No Brasil, o planejamento sucessório familiar e empresarial tem se tornado uma prioridade urgente para milhões de pessoas.
Com a aproximação de mudanças tributárias em 2026, muitas famílias estão buscando maneiras de proteger seu patrimônio.
Dados recentes mostram que apenas 24% das empresas familiares planejam sua sucessão, um alerta para a necessidade de ação.
Este artigo explora como você pode organizar a transmissão de bens, reduzir impostos e garantir harmonia familiar.
A pandemia de COVID-19 acelerou a conscientização sobre a importância do planejamento sucessório.
Testamentos públicos, por exemplo, tiveram um crescimento de 134% durante esse período.
Além disso, a reforma tributária tem motivado um aumento de 22% em doações em vida.
Isso reflete uma tendência global de maior interesse por estruturas que previnem conflitos.
No agronegócio, 54% dos profissionais veem a sucessão como a maior necessidade atual.
Esses números destacam a urgência em agir antes das mudanças legais.
A Emenda Constitucional 132/2023 introduz alíquotas progressivas no ITCMD, um imposto sobre transmissões gratuitas.
A partir de 2026, quem recebe mais pagará mais, com base no valor de mercado dos bens.
Isso substitui as alíquotas fixas, aumentando os custos para grandes patrimônios.
Estados como São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo devem adotar essa progressividade.
O cronograma inclui leis estaduais em 2025 e implementação obrigatória em 2026.
Portanto, é crucial agir agora para economizar tributos no futuro.
Não existe uma fórmula única; cada família ou empresa deve personalizar sua abordagem.
Instrumentos como doações em vida, testamentos e holdings familiares são essenciais.
Uma holding familiar otimiza tributos e burocracia, garantindo continuidade empresarial.
Essas estratégias promovem uma transição tranquila e perpetuam legados familiares.
No agronegócio, por exemplo, o planejamento evita a fragmentação de terras.
Empresas familiares representam 90% das sociedades empresárias no Brasil.
Elas geram mais da metade do PIB e empregam 75% da mão de obra.
No entanto, só 30% chegam à segunda geração, e menos de 10% à terceira.
Isso destaca a importância de um planejamento estruturado para sucessão.
Portanto, adaptar estratégias a contextos específicos é fundamental para o sucesso.
Sem planejamento, famílias enfrentam disputas prolongadas por imóveis, empresas e dívidas.
A nova Lei da Sucessão, em 2026, amplia exclusões por abandono ou indignidade.
Isso pode aumentar conflitos judiciais e custos para herdeiros despreparados.
Um planejamento proativo reduz riscos e garante que os desejos do falecido sejam respeitados.
Além disso, prioriza quem cuidou do idoso, conforme a nova lei.
O planejamento sucessório não é só sobre dinheiro; é sobre legado e harmonia.
Com as mudanças em 2026, agir agora pode evitar custos desnecessários e conflitos.
Consulte profissionais especializados para criar um plano personalizado.
Lembre-se: transmitir patrimônio com organização e estabilidade é um ato de amor.
Proteja sua família e negócios, garantindo um futuro próspero para as próximas gerações.
Referências