Empresas buscam indicadores claros para otimizar resultados, e compreender o ROE e o ROA é fundamental nesse processo.
O Return on Assets (ROA) mede a capacidade de gerar lucro a partir de todos os ativos, sejam próprios ou financiados.
Já o Return on Equity (ROE) foca na rentabilidade entregue aos acionistas, mostrando quanto cada real de capital próprio rendeu em lucro.
Esses dois indicadores, quando analisados em conjunto, fornecem visão completa da eficiência operacional geral e da atratividade para investidores.
Existem fórmulas simples que permitem mensurar rapidamente esses indicadores:
Para calcular o ROA, considere:
No caso do ROE, utilize o valor total do patrimônio dos acionistas disponível no balanço.
Embora relacionados, cada índice destaca um aspecto distinto da saúde financeira:
Os valores absolutos variam conforme o setor; indústrias pesadas tendem a ter ROA menor, enquanto serviços apresentam números mais altos.
Para uma análise robusta, compare os indicadores com benchmarks do setor e acompanhe a evolução histórica da empresa.
Imagine uma companhia que registrou:
O cálculo resulta em ROA de 10% e ROE de 20%. Esse exemplo ilustra como o leverage pode aumentar o retorno ao acionista, mas também eleva o risco.
Melhorar esses índices exige foco na eficiência operacional, gestão de capital e controle de riscos.
ROA e ROE são complementares: um revela a eficiência real na geração de lucro, o outro destaca o valor agregado aos acionistas.
Cuidado ao interpretar isoladamente: sempre avalie os dois indicadores dentro do contexto setorial e do perfil de capitalização da empresa.
Com cálculos precisos, comparação constante e ações estratégicas, qualquer organização pode aumentar sua rentabilidade e maximizar seu potencial de crescimento.
Referências